O Rei Jesus está voltando

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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Saiba Reconhecer um Falso Profeta


15 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.16 Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? 17 Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. 18 Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.19 Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.20 Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. 21 Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. 22 Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? 23 E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
Mateus 7. 15- 23



Por estes dias recebi a visita de uma menina de 10 anos, filha de uma amiga da minha esposa. Durante o jantar a pequenina contou uma pequena anedota.



De maneira graciosa, o que é próprio para uma criança daquela idade, ela contou que uma professora perguntou a um grupo de crianças qual o maior medo delas. Foram várias as respostas: “-Do lobisomem!”; “-Do saci!”; “-Da mula-sem-cabeça”; etc.



A resposta do Juquinha foi: “-Professora, eu tenho medo do malamem!”. A professora não entendeu e perguntou: “-Quem é o malamem?”. Juquinha esclareceu: “Professora, todas as vezes que mamãe faz uma oração, ela diz: ... e nos livre do malamém!”



Esta pequena anedota me chamou atenção para algo em especial! Não havia razão para o medo do tal 'Juquinha', e da mesma forma não há razão para o medo que muitos cristãos nutrem acerca da declaração de Jesus: “E então lhes direi abertamente: nunca vos conheci; apartai-vos de mim...” Mt 25: 41.



De onde vem o medo de muitos cristãos? Qual a origem de tanto medo, se Deus providenciou salvação poderosa a todos os homens, sendo que, para obte-la, somente é preciso a fé em Cristo?



O medo geralmente é proveniente do desconhecido. Ele é gerado através da falta de conhecimento (ignorância) das coisas celestiais.



Porém, o foco do nosso estudo centra-se no alerta de Jesus ao povo: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas...” Mt 7: 15.



Quais os parâmetros que Jesus deixou aos seus ouvintes para que fossem cautelosos em não permitir que fossem enganados por falsos profetas?



Jesus é bem claro: "...que vêm até vós vestido como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores" (v. 15). Observe o contra ponto: Eles vêm vestidos como se fossem ovelhas, ou seja, na verdade eles não são ovelhas. Porém, no interior eles são lobos devoradores.



Ou seja, pela aparecia é quase que impossível reconhecê-los, visto que, quando eles vêm, eles vêm como ovelhas. Tudo que é exterior a eles têm aparência de ovelhas, como é o caso descrito por Paulo aos Colossenses: "As quais têm, na verdade, algumaaparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne" (Colossenses 2 :23).



De outro modo, também é impossível reconhecê-los, visto que, somente Deus conhece o interior dos homens. É no interior que eles são lobos devoradores, apesar da aparência inofensiva.



Os falsos profetas vão até o povo vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores. Desta maneira percebe-se que a aparência do falso profeta não condiz com a sua verdadeira natureza



Mas, se não é possível reconhecer um falso profeta pela aparência, e nem pelo seu interior, como reconhecê-los? Jesus responde: “Por seus frutos os conhecereis” (v. 16).



Jesus demonstrou que é impossível aos homens reconhecerem um falso profeta pelas suas vestes, visto que elas são vestes como de ovelha, ou seja, o comportamento de um falso profeta e o seu discurso assemelha-se a de uma verdadeira ovelha do aprisco de Cristo.



O que isto representa para os nossos dias? A parábola de Cristo demonstra que pela aparência é impossível identificar um falso profeta. O comportamento deles é similar ou idêntico a dos salvos em Cristo. O discurso deles é moralista, formalista, legalista e tradicionalista.



Somente pelo fruto é possível reconhecer um falso profeta! Este é o alerta de Cristo.



Após Jesus afirmar que é possível reconhecer um falso profeta por meio de seus frutos, vem um adendo: “Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?”. A resposta dos ouvintes de Jesus foi negativa, ou seja, não há como colher uvas de espinheiros ou figos de abrolhos.



A figura das 'vestes de ovelhas' e a do fruto apontam para o mesmo elemento: a aparência! Os falsos profetas disfarçam o que é aparente, da mesma forma que uma árvore pode enganar pela aparência. Porém, pelos seus frutos, é possível conhecê-la.



Uma árvore má, produz SOMENTE frutos maus. Da mesma forma que uma árvore boa, somente produz frutos bons, ou seja, frutos segundo a sua espécie.



Não há como o homem no pecado, de posse da natureza pecaminosa herdada em Adão obrar (produzir) o bem. É por isso que Paulo cita as escrituras para elucidar este ponto: Não há ninguém que faça o bem! Não há sequer um! Todos juntamente se desviaram e tornaram-se inúteis.



Para que o homem passe a produzir o bem, e deixar de produzir o mal, é preciso estar em Deus por intermédio de Cristo, pois as boas obras somente são produzidas em Deus Ef 2: 10.



Há quem confunda as boas obras e as más obras com comportamento, mas não é sobre elementos humanos que se fundamenta as boas obras preparadas por Deus.



Também é certo que a árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo para ser queimada (v. 19), visto que, a planta que Deus não plantou será arrancada Mt 15: 13.



Quais são as plantas que o Pai não plantou? Os homens nascidos segundo Adão. E quais as plantas (homens) que o Pai plantou? Aqueles nascidos do segundo Adão, que é Cristo.



Enquanto nascidos de Adão, o homem produzia frutos segundo a sua espécie: uma natureza má, só produz frutos maus. Já os nascidos segundo Cristo, este são participantes da videira verdadeira, e só produzem o bem, conforme a natureza que adquiriram em Cristo.



Segue-se que frutos não estão diretamente vinculados a comportamento, uma vez que, há muitos que ainda não conhecem a Cristo, ou antes, não foram conhecidos por Ele, e praticam boas ações. Da mesma forma, há muitos que conhecem a Cristo, e acabam por cometer erros de conduta, como foi o caso de Pedro, os filhos de Zebedeu, etc...



Como entender e fazer uma aplicação prática destas figuras, se frutos não vinculam-se ao que é aparente? Como entender o texto que acabamos de ler? Como estabelecer uma relação entre 'como vestes de ovelhas' e 'frutos'?



Como Jesus demonstra duas vezes que é pelo fruto que se conhece os falsos profetas (vs. 16 e 20), sendo que o versículo 16 introduz parâmetros para a análise, e o verso 20 conclui que é por meio dos frutos que tal reconhecimento é possível, percebe-se que as premissas que foram apresentadas nos versos 17 à 19 contém a explicação sobre porque, e no que consiste os frutos produzidos pelas 'árvores' (homens).



O texto contém todos os elementos necessário para que se compreenda o que é o fruto produzido pelas árvores, porém, para uma melhor compreensão, analisaremos o discurso do profeta João Batista para ilustrar o que Jesus expôs.





Antes de Jesus iniciar o seu ministério, apareceu João Batista na Judéia apregoando: “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus” Mt 3: 2. O motivo pelo qual as pessoas deveriam arrepender-se fixa na presença do reino dos céus (é chegado), e não em suas condutas.



Ao testificar de João Batista, Mateus cita Isaias, caso alguém questionasse a pregação ou quem foi João Batista. Mateus testifica que João apregoava conforme o predito pelo profeta Isaias: “Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que disse: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, Endireitai as suas veredas” Is 40: 3.



Mateus demonstra que o ministério de João Batista era conforme o anunciado por Isaias, e que a mensagem ‘preparai o caminho do Senhor’, dependia do arrependimento.



Diante do anunciado por João, muitas pessoas vinham para serem batizadas por ele, e confessavam os seus pecados.



Porém, a mensagem de João também chegou aos ouvidos dos fariseus e saduceus, e estes também vieram para serem batizados. Foi quando João questionou: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira futura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento”.



Com a repreensão João demonstra que não há como o homem fugir da ira de Deus, principalmente quando não se é ensinado da maneira correta. Quem havia ensinado os escribas e fariseus a fugir da ira futura?



Eles deveriam produzir frutos digno de arrependimento, e não somente alegar que eram filhos de Abraão. Eles estavam acomodados à idéia de que sendo descendentes de Abraão, já estavam livres da ira divina.



João demonstra que ser filho de Abraão decorre do poder de Deus, visto que, até das pedras é possível a Deus constituir filhos para si. Ser filho de Abraão é ter a mesma fé que teve o crente Abraão, e não há relação com sua descendência carnal. Somente a fé como a do crente Abraão concede a filiação divina.



De tudo que lemos até aqui, já temos os elementos necessário para entendermos a declaração de Jesus ao povo, e os meios para nos defender dos falsos profetas.



Ser filho de Deus decorre do poder de Deus, e não é por meio da descendência de Abraão, conforme demonstra o apóstolo João:



“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” Jo 1. 12- 13.





A primeira lição que não podemos esquecer é que para ser filho de Deus precisa-se crer no nome do filho d’Ele. Crer em Jesus e recebê-lo é o mesmo. Desta forma os fariseus e saduceus, para serem filhos de Deus e não estarem debaixo da ira divina, precisariam crer em Jesus.



A segunda lição se extrai da seguinte pergunta: Como produzir frutos dignos de arrependimento?



O que determina a qualidade do fruto é a árvore “Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons”. Ou seja, para que os fariseus pudessem produzir frutos dignos de arrependimentos eles precisavam ser cortados e enxertados na videira verdadeira que é Cristo. Só após serem enxertados em Cristo, crendo, é que eles passariam a produzir frutos dignos de arrependimento.



Com base nestas informações entendemos que o fruto é conforme a árvore que a produz. Daí segue-se:



“Nem todo o que me diz: Senhor! Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”





A resposta a todas as perguntas encontra-se neste versículo!



Muitas pessoas aproximaram-se de Jesus e até chamaram-no de Mestre e Senhor, mas não foram salvos. Um exemplo claro é o jovem rico: “E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” Mc 10. 17. “E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” Lc 10. 25.



Só entrará no reino dos céus aquele que faz a vontade de Deus! E qual é a vontade de Deus?





“Jesus respondeu, e disse-lhes: A obra de Deus é esta: Que creiais naquele que ele enviou” Jo 6. 29.



“Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” Jo 20. 31.



Todos aqueles que fizerem a vontade de Deus, que é crer no nome de seu Filho, estes entrarão no reino dos céus!



Muitos acham que por utilizarem o nome de Jesus para operarem sinais e maravilhas tem garantida a entrada no reino dos céus, mas a estes restará a declaração: nunca vos conheci!



Todos aqueles que não crêem em Cristo são os que praticam a iniqüidade! Ou seja, um monge, isolado em um mosteiro, que não fala palavrão, que não tem relação alguma com mulheres, que se abstêm de riquezas, etc, praticam a iniqüidade.



Um padre que fica recluso e mantém uma vida regrada, cheia de ascetismo pessoal, mesmo assim pratica a iniqüidade!



Um espírita que procura socorrer os pobres e se esmera em boas obras, estes praticam a iniqüidade.



Alguém que se diz cristão e que confia que será salvo porque não rouba, não fala palavras torpes, que vive uma vida regrada, etc, também praticam a iniqüidade. Por que?



Porquê a bíblia diz que só é possível correr ‘rios de água viva’ no interior do homem quando ele crê conforme diz as escrituras.



O jovem rico queria fazer algo para ter direito a vida eterna, mas a bíblia diz: só terá direito à vida eterna aquele que faz a obra de Deus, que é crer naquele que Deus enviou.



Portanto, não há motivo para aqueles que crêem em Cristo, terem medo da frase: Nunca vos conheci.





A bíblia faz referência aos falsos profetas destas maneiras:



“Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores” Mt 7. 15.

“E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos” Mt 24. 11.

“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”24. 24.

“Ai de vós quando todos os homens de vós disserem bem, porque assim faziam seus pais aos falsos profetas” Lc 6. 26.

“E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição” II Pd 2. 1.

“AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo” I Jo 4. 1.



Falsos profetas são aqueles que não obtiveram uma transformação no seu interior, visto que não creram em Cristo conforme as escrituras Os seus ensinamentos enganarão a muitos, visto que, não crêem em Cristo e apregoam heresias que levam as pessoas a se afastarem de Deus.



É possível verificar quem são os falsos profetas através do frutos dos seus lábios, ou seja, analisando o que professam acerca de Cristo. Eles não crêem em Cristo conforme diz a escritura e as suas mensagens são conforme o que presumem, e não segundo a verdade do evangelho.



Por não crerem no evangelho que é poder de Deus, estes não tiveram o seu interior renovado. Não receberam poder para serem feitos filhos de Deus por não crerem em seu nome.



A roupagem que os falsos profetas utilizam para se parecerem com ovelhas são boas ações que aos olhos dos homens são boas, porém, elas não são boas obras diante de Deus. Apregoam que ao fazer o bem, os homens são bons. A mensagem central dos seus discursos é com relação ao caráter do homem.



Estes procuram inculcar nas pessoas que se tivermos um bom caráter, seremos bons diante de Deus. Estes proclamam que a transformação que ocorre por meio do evangelho é operada no caráter do homem, porém, a bíblia afirma que, se o homem não nascer de novo, este não poderá ver o reino dos céus.



Quando a bíblia demonstra que pelo fruto se conhece os falsos profetas, muitos entendem que frutos têm a ver com boas obras, desenvolver um ministério ou se apegar a uma doutrina. Tremendo engano.



“Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus” Jo 3. 20- 21.



“Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” Ef 2. 10.



Quem é que faz o mal? Quem não vem para a luz? Quem não quer que suas obras sejam reprovadas? Aqueles que não crêem naquele que Deus enviou!



Quem pratica a verdade? Quem veio a Cristo? Quem faz as suas obras em Deus? Aqueles que creram em Cristo para não serem condenados com o mundo.



Quando se crê em Cristo, recebemos poder para sermos feitos filhos de Deus. Desta forma somos feitura de Deus, criados em Cristo, para as boas obras! Só é possível produzirmos boas obras, termos bons frutos, após sermos criados em Cristo, e isto só é possível por meio da fé em Cristo.



Os falsos profetas por não crerem em Cristo podem fazer inúmeras obras, mas são trapos de imundície perante Deus. Identificamos os frutos dos homens (árvores) através daquilo que eles crêem. Se não crêem em Cristo conforme as escrituras, não são boas árvores e também não produzem bons frutos.



“Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” Jo 15. 5.



Todo aquele que quiser produzir bom fruto sem estar ligado em Cristo, e se Cristo não estiver nele, estará produzindo maus frutos, pois estes frutos são segundo a sua natureza pecaminosa herdada em Adão.



Mas todos os que nascerem da água e do Espírito, ou seja, de Deus e da sua palavra, estes são uma nova árvore, que foi enxertada na videira e dão muitos frutos.



O cuidado que devemos ter quanto aos falsos profetas está na fé que eles professam. Devemos verificar no que eles crêem. Se não crerem em Cristo conforme as escrituras, eis ai um falso profeta! Eis ai aquele que pratica a iniqüidade! Eis ai um escravo do pecado!





“E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu FilhoJesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento. E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado” I Jo 3. 23- 24.



“Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo. Olhai por vós mesmos, para que não percamos o que temos ganho, antes recebamos o inteiro galardão. Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho” II Jo 7- 9.



A televisão é um lixo


Salvo alguns poucos programas, a televisão brasileira é um lixo, não cultural, da pior espécie. Um lixo corrosivo sem possibilidade de reciclagem que entranha no meio popular e forma o pior tipo de opinião: a opinião tendenciosa e parcial, distante de qualquer vestígio de raciocínio e inteligência. Pois então vejamos:


- Os programas educativos infantis praticamente inexistem; menos mal que este padrão está saindo da fase de apresentadoras "antas oxigenadas" de vocabulário limitado. Triste é constatar que elas fizeram escola, ao se deparar com pessoas usando tolas formas de se expressar: "bjusss", "voxêisss", "adolu" e outras pérolas da idiotice declarada.
A televisão é um lixo.
- Os matutinos e vespertinos de variedades são verdadeiros "shoppings" digitais oferecendo toda sorte de produtos supérfluos, sem nenhuma aplicação funcional. Fofoca e "veneno" sobre celebridades também dão o tom.
- Os humorísticos (humorísticos?), com piadas ultrapassadas e totalmente sem-graças, apelam para o quase-nu de "gostosas" pra tentar manter seu Ibope. A crítica, igualmente burra, insiste em denominar alguns destes programas como intelectualizados. Autênticos "besteiróis" margeando o ridículo e sempre fazendo humor baseado na desgraça e bizarrice de pessoas conhecidas.
- Os programas de auditório agora têm uma tapir-morena-mor ("não entendi..." "ah é? que legal"). Ex-modelos (sic), ex-humoristas(sic sic), ex-imitadores(sic sic sic), ex-loiras e morenas do "Tchan" (shit) e toda gama de "ex" assumem a condição de apresentadores com um alcance de visão limitado ao próprio umbigo. O resultado, como todos vemos, é desastroso, quando não nojento.
- Os esportivos têm narradores parciais e comentaristas de opiniões óbvias. Times campeões de outros estados tem menos destaque na mídia que os lanternas da série B do eixo Rio-São Paulo. A parcialidade e centralização são enormes.
- Nos programas de entrevistas, os vaidosos entrevistadores com sua ridícula presunção, falam/opinam mais que os entrevistados.
- Nos informativos e noticiários, as informações são em geral distorcidas e tendenciosas, ou seja, sem isenção da opinião pessoal ou corporativa. Bandidos são astros que tem o nome sempre precedido pelo apelido para serem mais facilmente identificados por seus "fãs" e clientes do tráfico de drogas. Leia-se o caos instalado na cidade do Rio de Janeiro onde bandidos e traficantes tem mais espaço na mídia televisiva do que um cidadão honesto trabalhador e praticante da filantropia.
- Os dominicais são seqüências intermináveis do mais puro mau-gosto, que sobrevivem, em sua maioria, da exibição da desgraça e sofrimento do povo por apresentadores aduladores e repetitivos.
- Atualmente, a febre dos "reality-shows" mostrando incautos em busca dos seus quinze minutos de fama num programa dito politicamente correto pela sua direção. Mais incorreto e idiota, impossível: diálogos imbecis, incoerentes e inconseqüentes, pré-fabricados para que sejam recitados pelos componentes invariáveis (boazudas, malhados e minorias raciais) que compõem os grupos de "pré-selecionados dessa coisa". Arghhh.... Eca....
- Ah... e as novelas, o que dizer do entretenimento conhecido como o de marca registrada nacional? Escritores que se arvoram em "Olivers Stone" pra contar o cotidiano nacional sobre o ponto de vista pessoal.
-
A televisão é um lixo.
Sempre embasadas em imigrantes italianos, retirantes nordestinos, heróis sulistas e "espertos" do eixo central; nas tramas sempre estão presentes assuntos polêmicos pra garantir o retorno comercial. Desta forma, prostitutas, gays, lésbicas, drogados são retratados como pessoas sofridas e, em geral, sempre vencem a batalha contra o preconceito a seu desvio.
Mocinhas "arosianas" e mocinhos "gianechianos" realizam personagens hipócritas, em um imaginário de pessoas esteticamente belas e de caráter totalmente ilibado, que sem qualquer explicação, passam capítulos e mais capítulos debatendo-se com problemas facilmente solúveis no mundo real.
O belo sotaque nordestino soa irritante e caricato na mescla com o sotaque carioca da maioria dos atores, e a língua Italiana é indiscriminadamente "assassinada".
As cenas de sexo não são explícitas, mas estão bem próximas. Assim como a violência gratuita presente e justificada pelos diretores e escritores como demonstração do que se passa a nossa volta.
Em outras épocas estes, endeusados, escritores de novela atuais não passariam de "escritorezinhos" de segunda em editoras de terceira com seus livros comercializados em sebos e afins.
Importante ainda ressaltar que a grande maioria dos atores não tem sequer formação escolar básica e são, perigosamente, formadores de opinião em função do sucesso.
Ah sim, não é preponderante ter formação escolar pra ser formador de opinião (vejam nosso presidente). Existem bons atores, na situação citada acima, que findam por ter uma boa formação cultural de base ao ler e reler livros e roteiros. Então o melhor não seria ler um livro e ter a opinião pessoal sobre ele? Ignorar as versões televisivas manipuladas e altamente mascadas?
Sim, não obstante o reconhecimento da importância da televisão como meio de comunicação, há também de pesar ser ela a grande vilã e causadora da maioria dos males da sociedade moderna, onde massagear o controle remoto, de preferência pessoal, pra ver a violência, o sexo, o mercantilismo desenfreado e estereótipos é mais importante que ler um livro, estar com os amigos ou reunir a família simplesmente pra conversar.




O aborto de anencéfalos à luz da Bíblia Sagrada


O título deste artigo pode suscitar o descontentamento de alguns. Talvez eles digam: “Ora, agora vem você discutir sobre um assunto tão importante baseando-se em um velho e ultrapassado livro e em sua fé religiosa. Por favor, discutamos este tema sobre critérios mais científicos, filosóficos e humanistas. Baseando-se em sua fé religiosa eu não posso lhe ouvir.”. Bem, considero esta atitude simplesmente patética...Quanto a mim como um cristão reformado basearei meus argumentos na Escritura Sagrada, e não peço desculpas por isso, pois creio que a Bíblia é a Palavra de Deus para mim e para você. Que o Senhor nos ilumine por seu Espírito para entendermos sua Palavra. Então vamos ao assunto.



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Lei da Dinamarca obriga Igreja a celebrar casamento gay


O Parlamento da Dinamarca aprovou hoje (7) a legalização do  casamento de homossexuais em templos da Igreja Evangélica Luterana, que é a religião oficial. Se o Estado dinamarquês fosse laico, ele não poderia se impor aos religiosos nessa questão.

A Igreja já tinha de aceitar a união gay, mas não estava obrigada a realizar um serviço religioso completo para sacramentá-la e o que havia era apenas uma benção. Pastores que discordam do casamento entre pessoas do mesmo sexo ficam dispensados de conduzir a cerimônia. 

Percentual de descrentes
na Dinamarca 
A nova lei entra em vigor no próximo dia 15. Na Islândia e Suécia já existe casamento no civil e religioso entre pessoas do mesmo sexo. 

Em 1989, a Dinamarca foi o primeiro país do mundo a legalizar o casamento gay em cartório. Em 2009, reconheceu o direito dos homossexuais de adotarem crianças. 

A Dinamarca tem cerca de 5,5 milhões de habitantes. Trata-se de uma monarquia constitucional. Embora não haja uma separação formal entre Estado e Igreja, o número de ateus no país é elevado.

O sociólogo americano Phil Zuckerman apurou em diferentes pesquisas que o percentual de descrentes varia de 43% a 80% da população. A variação é grande por causa da metodologia de cada uma das pesquisas.